Tento tocar bateria desde quando tinha 13 anos, hoje com 23 estou quase conseguindo.
Sempre gostei de todos os estilos musicais e hoje, 3 anos depois, venho desenvolvendo o “rock nordestino” com os amigos da banda O SURTO mas não deixo de escutar outros estilos de música e de bandas.

Gosto muito de show ao vivo, tanto de tocar como de escutar outras bandas.
Quando comecei a aprofundar os estudos com a bateria, tive sorte de ter como professor o baterista Duda Neves que ensinou-me a prestar muita atenção na música dos outros, não copiar ninguém mas usar como influência para criar a sua própria música.

Já passei por vários estilos e já acompanhei artistas como “ Rogério Freire” e “Cris Brivillier” da região Oeste Paulista, entre outras. Mas, sempre gostei muito de criar o meu som, sem regras e sem direção.

Na estrada as oportunidades ficam maiores, você conhece pessoas e lugares que podem fazer a diferença, assim como a galera da banda O SURTO, que hoje faz a grande diferença em minha vida. Eu procuro ser útil a cada acorde e a cada show, sempre.
Quando freqüentava as aulas de bateria com o Duda, ele sempre dizia: “Um baterista que adianta não atrasa, mas um baterista que atrasa não adianta. Bata forte, garoto, que um dia você vai ser um roqueiro doidão”.
Ele achava o máximo, quanto mais eu espancava a bateria dele, mais ele sorria e elogiava-me.
Por isso, hoje eu preciso de boas marcas que agüentam as minhas “pancadinhas” e tenho e privilégio de usar e ser apoiado por marcas boas de peles e pratos, mas principalmente de usar as baquetas “SPANKING” que satisfazem-me por inteiro. Eu não consigo viver sem elas.
"Valeu SPANKING. O caminho é longo, os passos são curtos e a vontade é imensa.”